Presença constante em vídeo sem tirar o advogado da mesa. Produzimos conteúdo informativo em escala — com o seu rosto ou com um apresentador gerado — dentro do que o Provimento 205/2021 da OAB permite.
Dois exemplos, nenhuma pessoa real. As duas apresentadoras foram geradas por IA, assim como os escritórios ao fundo. Dê play para assistir aqui mesmo.
Peças de demonstração da Agência Carti. Conteúdo ilustrativo, sem orientação jurídica sobre caso concreto.
A conta que não fecha é de tempo. Um vídeo de trinta segundos publicado com regularidade exige roteiro, gravação, edição, legenda e publicação — e cada uma dessas etapas disputa espaço com audiência, prazo, petição e cliente. A hora que vai para a câmera é hora que não foi faturada, e é por isso que a maioria dos perfis de escritório tem três vídeos de 2023 e nada depois.
O outro impedimento é menos confessado: muita gente não gosta de se ver gravada. Trava na frente da câmera, refaz oito vezes, não gosta do resultado e desiste. Isso não é frescura — é o motivo prático pelo qual boa parte do conhecimento jurídico do país nunca vira conteúdo.
O resultado é um mercado em que quem aparece não é necessariamente quem sabe mais, e sim quem tem estômago para a câmera. Este serviço existe para desfazer esse empate: separar a produção do vídeo da disponibilidade do advogado, sem terceirizar o que precisa mesmo ser seu — o conteúdo e a responsabilidade técnica.
Publicidade na advocacia não segue a mesma régua do resto do mercado. Antes de escrever qualquer roteiro, é esta a norma que define o que pode ir ao ar.
Artigos, vídeos, podcasts e materiais que explicam um direito, um procedimento ou uma mudança de lei. É o coração do que produzimos.
O Provimento permite impulsionar conteúdo, desde que a peça tenha caráter informativo, não configure oferta de serviços e mantenha sobriedade e discrição.
Gravação em audiências e sustentações orais é aceita, desde que o processo não corra em segredo de Justiça.
Oferta de serviços, promoção, sensacionalismo, apelo comercial e comparação com colegas. É a infração mais comum e a mais fácil de cometer sem perceber.
Nada que sugira garantia de ganho de causa, valor de indenização ou prazo de decisão.
Resultado de caso, nome de cliente e testemunho de cliente satisfeito são vedados — inclusive com autorização, porque o sigilo profissional é inderrogável.
As penas por descumprimento não são simbólicas: vão de advertência e censura a multa e suspensão do exercício profissional, conforme a gravidade. Na prática, isso significa que uma peça mal escrita não custa apenas verba de mídia — custa processo no Tribunal de Ética e Disciplina, e quem responde é o advogado, não a agência que produziu.
É por esse motivo que a régua entra antes do roteiro, e não na revisão final. Nós escrevemos já dentro do limite, e você aprova sabendo por que cada frase está escrita daquele jeito.
O seu rosto e a sua voz, a partir de uma sessão única de captação de cerca de vinte minutos. Depois disso, cada novo vídeo nasce de um roteiro aprovado — sem você voltar para a câmera. É o formato de maior conexão, porque quem assiste vê a pessoa que vai atendê-lo.
Uma pessoa que não existe, criada do zero para o seu canal — como no exemplo acima. Resolve o caso de quem não quer aparecer e elimina qualquer discussão sobre direito de imagem de terceiros. O apresentador narra o conteúdo; a responsabilidade técnica continua com um advogado identificado.
Um personagem recorrente, com nome, jeito de falar e identidade visual próprios, que passa a ser reconhecido como a cara do conteúdo do escritório. Constrói memória de marca ao longo do tempo, em vez de vídeos soltos que ninguém associa a você.
No varejo, UGC significa uma pessoa comum falando na câmera do celular sobre o produto que comprou e o resultado que teve. Esse formato converte bem — e, na advocacia, é proibido. Depoimento de cliente e relato de caso de sucesso estão entre as vedações mais claras do Provimento, porque sugerem garantia de resultado e esbarram no sigilo profissional.
O que aproveitamos do formato é a linguagem, não a mecânica. Enquadramento de celular, luz natural, fala direta, sem trilha institucional e sem jargão: o vídeo parece conversa, não propaganda. Só que o conteúdo é informativo — explica um prazo, um direito, um documento que a pessoa precisa juntar — em vez de narrar o quanto alguém ganhou na Justiça.
Na prática, essa restrição acaba jogando a favor. Conteúdo que ensina rende mais salvamento e compartilhamento do que depoimento, e é o tipo de material que faz alguém procurar você meses depois — que é exatamente o comportamento que a norma quer preservar.
Funciona melhor onde a pessoa pesquisa antes de procurar um advogado — e a dúvida se repete.
Previdenciário e trabalhista concentram o maior volume de dúvida recorrente: revisão de benefício, tempo de contribuição, verbas rescisórias, estabilidade. Consumidor e bancário funcionam bem porque a pessoa costuma descobrir que tem um direito quando alguém explica. Família e sucessões pedem outro tom — inventário, guarda e divórcio chegam num momento delicado, e conteúdo agressivo afasta.
Em áreas de atuação mais restrita, como tributário de grande empresa ou societário, o volume de busca é menor e o vídeo muda de função: deixa de ser alcance e vira relacionamento e reconhecimento junto a um público que já conhece o escritório.
Linha editorial construída a partir das suas áreas de atuação e das dúvidas que mais chegam ao escritório
Pauta mensal aprovada por você antes de qualquer produção começar
Roteiro escrito já dentro dos limites do Provimento 205/2021, com a justificativa de cada escolha
Sessão de captação de imagem e voz, quando o formato escolhido é o clone digital
Criação do apresentador ou do personagem, quando o formato é avatar gerado
Produção dos vídeos em formato vertical para Reels, Shorts e TikTok
Legenda embutida — a maior parte do público assiste sem som
Identificação do advogado responsável e do número de inscrição na OAB nas peças
Revisão técnica do advogado antes da publicação, registrada e obrigatória
Variações de abertura para teste, quando o vídeo vai ser impulsionado
Mapeamos áreas de atuação, público e as perguntas que mais chegam ao escritório. Sai daí a lista de temas e o tom — que muda bastante entre previdenciário e sucessões.
Clone digital, apresentador gerado ou personagem de marca. A escolha depende de você querer ou não aparecer, e de o escritório vender o nome do sócio ou a marca.
Se for clone, uma sessão única de cerca de vinte minutos, com cessão de imagem e voz por escrito. Se for avatar, criamos o personagem e fechamos a identidade visual.
Você recebe a pauta do mês e os roteiros para aprovação. Nada entra em produção sem o seu aval — é aqui que a revisão técnica acontece.
Geramos os vídeos, montamos, inserimos legenda e aplicamos a identidade do escritório. Curadoria nossa antes de você ver: para cada peça entregue, várias foram descartadas.
Publicação no calendário combinado e leitura mensal do que rendeu — retenção, salvamento e alcance por tema, para a pauta seguinte nascer de dado e não de achismo.
Vale dizer com todas as letras, porque há quem venda o contrário.
Além de ser vedado anunciar isso, seria desonesto prometer. O que se constrói aqui é autoridade e lembrança na sua área — e quem lembra de você procura você.
Nem com autorização assinada. O sigilo profissional não é renunciável pelo cliente, e o formato sugere garantia de resultado.
Nada de "conseguimos tantos mil reais para o cliente X". Isso é vedação expressa, mesmo sem citar nome.
Um apresentador gerado narra conteúdo informativo. Ele não se apresenta como inscrito na OAB, não assina parecer e não orienta sobre caso concreto.
Quem responde perante a OAB é você. Nenhuma peça vai ao ar sem aprovação registrada do advogado responsável.
A publicação deixa de depender de você ter tido uma janela livre na semana. A operação roda com pauta aprovada e calendário fixo.
Produzir três aberturas diferentes para o mesmo tema deixou de exigir três gravações. Dá para descobrir qual explica melhor, em vez de apostar.
Vídeo informativo sobre um direito não vence em uma semana. O mesmo material segue sendo encontrado por quem pesquisa aquele problema meses depois.
A régua da OAB entra no roteiro, não na revisão de última hora. Você aprova sabendo o motivo de cada frase.
Aparecer explicando o mesmo assunto com constância constrói associação entre o seu nome e aquele tema — que é o ativo que sustenta indicação.
Vídeo com IA para advogado é permitido pela OAB?
O que a OAB regula é o conteúdo da publicidade, não a ferramenta usada para produzi-la. O Provimento 205/2021 permite que advogados produzam material informativo e educativo — inclusive vídeo — e permite até o impulsionamento pago, desde que a peça mantenha caráter informativo, sobriedade e discrição, sem oferta de serviços e sem captação de clientela. O que muda com a IA é a velocidade de produção, não a régua ética. Por isso todo roteiro passa por revisão do advogado responsável antes de ir ao ar, e o material identifica quem responde tecnicamente por ele.
Posso usar depoimento de cliente satisfeito no vídeo?
Não. Esse é o erro mais comum e um dos mais graves. Testemunho de cliente e exibição de "casos de sucesso" são vedados na advocacia, porque sugerem garantia de resultado e porque nome e dados de cliente são cobertos por sigilo profissional, que é inderrogável. Isso vale mesmo com autorização do cliente. É justamente aqui que o formato UGC precisa ser adaptado: mantemos a linguagem espontânea e o enquadramento de celular, mas o conteúdo é informativo sobre um direito ou um procedimento — nunca alguém contando o resultado que obteve com você.
O avatar pode ter o meu rosto?
Pode, e é o formato que costuma render mais: o clone digital reproduz o seu rosto e a sua voz a partir de uma sessão única de captação. Você grava uma vez, em cerca de vinte minutos, e passa a publicar sem voltar para a câmera. A cessão de direitos de imagem e voz é sua, por escrito, com finalidade e prazo definidos, e revogável — se um dia você quiser encerrar, o material sai do ar e a base de voz é descartada.
E se eu não quiser aparecer?
Aí usamos um apresentador gerado, sem correspondência com pessoa real — que é o caso do exemplo no topo desta página. Ele funciona como narrador do conteúdo informativo, e não como advogado: não assina parecer, não dá orientação sobre caso concreto e não se apresenta como inscrito na OAB. A responsabilidade técnica continua sendo de um advogado identificado, com número de inscrição, exatamente como o Provimento exige.
Vocês garantem que eu vou captar mais clientes?
Não, e desconfie de quem garantir. Promessa de resultado é vedada pela OAB na comunicação da advocacia, e captação de clientela é infração disciplinar — as penas vão de advertência e censura a multa e suspensão. O que este serviço entrega é presença informativa constante e reconhecimento na sua área de atuação. Quem acompanha o seu conteúdo tende a lembrar de você quando precisar, mas isso é consequência de autoridade construída, não de uma oferta.
Quantos vídeos por mês e em quanto tempo fica pronto?
O volume é definido no contrato e varia conforme a quantidade de temas e frentes de atuação do escritório. A primeira leva costuma sair entre duas e quatro semanas a partir da aprovação da linha editorial e da sessão de captação, quando existe clone. Depois disso a operação entra em ritmo mensal, com pauta aprovada antes da produção — nada é publicado sem o aval do advogado responsável.
Serve para qualquer área do direito?
Funciona melhor onde a dúvida do público é frequente e específica: previdenciário, trabalhista, consumidor, família e sucessões, direito médico e da saúde, imobiliário, tributário e empresarial. São áreas em que a pessoa pesquisa antes de procurar advogado, e conteúdo informativo em vídeo responde bem a isso. Em áreas de nicho ou de atuação muito restrita, o volume de busca é menor e o vídeo funciona mais para reconhecimento e relacionamento do que para alcance.
Conte em que áreas você atua e se prefere aparecer ou não. Devolvemos uma proposta de linha editorial e de formato — com a régua da OAB já considerada.